Quem não morre não vê Deus.

Aprendendo a brincar de ser feliz.

Thursday, July 29, 2004

ERRO ESSENCIAL DE PESSOA.

ERRO ESSENCIAL DE PESSOAL

 
     Você sabe como se sente uma pessoa que, ao abrir uma linda caixa de presente, descobre que dentro dela existe um rato morto ou coisa parecida?      Pois é, é assim que me sinto quando lembro de você.
     Essa sua trilogia patológica - arrogância, egoísmo e prepotência - faz de você o bonitinho mais ordinário que conheço. Como toda criatura medíocre, você inverte o sentido das palavras e transforma vítimas em algozes.

     Seria engraçado conviver com alguém assim se o personagem fosse fictício, mas você é real. O seu jeito nefasto de ser ficaria ótimo em um vilão coadjuvante de novela mexicana que morresse no último capítulo, entalado com uma espinha de peixe ou infectado pela salmonela de uma maionese comida em um casamento suburbano.

     Acho que o seu problema é de numerologia. A combinação dos seus dois primeiros nomes se assemelha a um prato de macarrão com batata doce. Além disso, quem tem nome do Rei da Espanha é o seu irmão. O seu é de mordomo ou motorista de madame decandente.  

     Por tudo isso, eu gostaria de usar o Código e, baseada no "ERRO ESSENCIAL DE PESSOA", anular todo e qualquer carinho que já senti por você; quaisquer palavras gentis que eu já tenha dito; as madrugadas mornas de longos papos e muito riso e, principalmente, cada minuto precioso da minha vida que eu desperdicei na sua companhia.

     Passe muito mal!!!!!!!!!!!

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